Tardiamente, aqui publiquei o calendário de dezembro.
domingo, 11 de diciembre de 2016
martes, 1 de noviembre de 2016
CALENDÁRIO DO MÊS DE NOVEMBRO
Começamos o mês de novembro no que temos a frase:
Jesus respondeu-lhes: "Vamos às aldeias vizinhas, para que eu pregue também lá, pois, para isso é que vim." Mc 1, 38
Jesus respondeu-lhes: "Vamos às aldeias vizinhas, para que eu pregue também lá, pois, para isso é que vim." Mc 1, 38
sábado, 1 de octubre de 2016
CALENDÁRIO DO MÊS DE OUTUBRO
Começamos o
mês de outubro, mês missionário. Por esta razão, lembramos a frase que Jesus
nos disse:
“Vão pelo
mundo inteiro e anunciem a Boa Noticia para toda a humanidade.” (Mc 16, 15)
jueves, 15 de septiembre de 2016
FELIZ DIA DA EXALTAÇÃO DA CRUZ
Assim, à primeira vista, quando falarmos que celebramos a Exaltação da Santa Cruz , parece que não ter sentido. Mas, como José Antonio Pagola diz:
“Quando os cristãos, olhamos o Crucificado não exaltamos a dor, a tortura e a morte, mas o amor, a proximidade e a solidariedade de Deus que quis partilhar a nossa vida e a nossa morte até ao extremo.
Não é o sofrimento que salva, mas o amor de Deus que se solidariza com a história dolorosa do ser humano. Não é o sangue que, na realidade, limpa o nosso pecado mas o amor insondável de Deus que nos acolhe como filhos. A crucificação é o acontecimento em que melhor nos revela o Seu amor.”
Para mim, este dia tem um significado especial , porque nós menus primeiros anos de vida, incluindo a adolescência, há muito dor e sofrimento como resultado de uma doença sofrida , o que me fez também viver rejeição social.
Eu não sinto falta daqueles anos. Mas reconheço que Jesus estava presente através de outras pessoas , que me receberam como uma pessoa mais desta sociedade da qual fazemos parte .
Eu não sou daqueles que admite que o Senhor nos dá estas cruzes, para "purificarmos", para "crescermos". Ele não quer que nós soframos . Algumas doenças e / ou deficiências são um resultado das limitações que temos todos os seres vivos , incluindo os humanos. Outros, nós mesmos criamos com acidentes , drogas, violência ...
O que eu acredito -porque eu vivi - é que você pode ensinar a ver a vida de outro ângulo, com mais profundidade. Isso não significa que temos de sofrer alguma coisa, para ser mais " profundos " menos superficiais. Mas quem sofreu ou sofre, pode acabar sendo uma pessoa com alguma sensibilidade, pode ter empatia com mais facilidade, porque a pessoa tem vivido determinadas situações.
Nesses momentos, Deus está presente através de outras pessoas . Você apenas tem que saber reconhecer .
Além disso, Jesus também não buscou a cruz na que ele terminou, humilhado e assassinado -embora a palavra parece forte-, mas deu seu amor com todas as suas consequências.
José Antonio Pagola também diz:
“Ser fiel ao Crucificado não é procurar cruzes e sofrimentos, mas viver como Ele numa atitude de entrega e solidariedade aceitando se é necessário a crucificação e os males que nos podem ocorrer como consequência. Esta fidelidade ao Crucificado não é de dor mas de esperança. A uma vida “crucificada”, vivida com o mesmo espírito de amor com que viveu Jesus, só lhe espera a ressurreição.”
A vida entregada de tanta gente altruísta, às vezes termina em martírio, e não é porque ela esteja procurando, mas porque dedicou sua vida aos mais desfavorecidos, aos "crucificados", na esperança de ser capazes de ajudar e melhorar a sua situação, sendo às vezes conscientes de que podem ter consequências .
Alguns vivem sob ameaça, como Jesus viveu. Mas suas respostas são como Ele: continuar transmitindo o amor e a esperança, mesmo que isso custe a vida.
Então, apesar de ser estranho:
FELIZ DIA DA EXALTAÇÃO DA CRUZ
domingo, 4 de septiembre de 2016
CALENDÁRIO DO MÊS DE SETEMBRO
Que possamos viver neste mês de setembro, o mês da Palavra, sabendo responder como Pedro: "A quem iremos Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Agora nós acreditamos e sabemos que tu és o Santo de Deus." Jo 6,68-69
jueves, 4 de agosto de 2016
CALENDÁRIO DO MÊS DE AGOSTO
No mês de
agosto fazemos memoria da nossa Fundadora Santa Joana Elizabete, e lembramos
uma da suas frases:
Caridade. Oh! A caridade que suporta tudo, o vá diante de tudo para exigir às suas irmãs, para agradá-los.
domingo, 3 de julio de 2016
O DOMINGO XIV DO TEMPO COMUM
Hoje, ao ler e refletir as leituras do Domingo XIV do Tempo Comum, vejo uma forte relação entre a segunda e o Evangelho.
São Paulo, em sua carta aos Gálatas (6, 17) nos diz: “Trago no meu corpo as marcas de Jesus”.
É verdade que ele poderia ter as marcas até fisicamente, pela vida que ele teve na prisão. Mas, pessoalmente, que sinais levo eu ou/e devo levar? Que sinais de Jesus?
A resposta está no Evangelho (Lc 10 1-12.17-20).
Em primeiro lugar, Jesus nos enviou dois a dois. Jesus formou uma comunidade e o seu Evangelho foi transmitido em comunidade. Na co-munidade que fazemos todos nós, nos compro-metemos todos -cada um nas coisas que pode- partilhamos a matéria, o tempo, a vida, a missão.
Ele também nos diz: “Não levem bolsa, nem sacola, nem sandálias”. Ou seja, que sejamos austeros. Não devemos deixar-nos atrair pelo material. Existem coisas desnecessárias que as fazemos necessárias.
Neste pequeno parágrafo, Jesus diz duas vezes que o Reino de Deus está próximo. O Reino de amor que Jesus transmitiu para nós e temos de continuar a fazendo-o nós.
E refere-se à alegria, duas vezes muito seguidas: "Os setenta e dois voltaram muito alegres", e "Não se alegrem porque os maus espíritos obedecem a vocês; antes fiquem alegres porque os nomes de vocês estão escritos no céu". O seja, a alegria a que se refere não é a de o fruto alcançado. Parece que só ficamos contentes quando com o nosso trabalho, chegamos ver muitas coisas conseguidas e já, agora. Na verdade, às vezes a gente não consegue ver o resultado do nosso esforço. O que deve fazer-nos alegres, felizes é saber que somos fiéis ao que o Senhor quer de nós.
Senhor, eu quero sejam vistas suas sinais na minha vida.
Na minha vida da comunidade paroquial, da Congregação, da Igreja.
Na minha vida um pouco austera, embora eu admita que eu deveria deixar mais coisas materiais que eu as faço necessárias e fazem que eu este longe da realidade, especialmente dos pobres, onde Você se faz presente de um jeito especial.
Na minha vida eu quero transmitir e ser um reflexo do Reino de Deus, do que tanto falamos.
Na minha vida alegre por ser um seguidor de seu. Reconhecendo também meus erros. Mas sempre é muito mais forte alegria e impulso para eu ser fiel, que as falhas que podem me parar alguns momentos.
sábado, 2 de julio de 2016
HUMILDADE, CONFIANÇA, FIDELIDADE
No sábado
passado, comecei a rezar o texto de Mateus 8, 5-17, eu estive lendo muito tempo
esta frase:
Pois eu também obedeço
a ordens e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: vá, e ele vai; e a
outro: venha, e ele vem; e digo ao meu empregado: faça isso, e ele faz.
Para mim,
este texto de "cura" me transmite: humildade, confiança e fidelidade.
Humildade
porque ele diz: eu também obedeço a ordens. Outra pessoa, apesar de não ter uma
responsabilidade muito forte, eu diria que “ele manda” aos outros, ele se sente
superior. Em vez disso, esse centurião vive com humildade, fazendo assim um
clima de confiança.
Esta
confiança faz com que a forma de pedir para encomendas, serviços, seja da
proximidade, pedindo-lhes fazer as coisas necessárias, sem abusar deles.
Esta relação
fraterna com eles, leva a fidelidade, a responder com alegria a sua encomenda, a
sua ordem, a sua chamada.
Um
centurião, uma pessoa oficialmente não cristã, tive fé em Jesus e, sua
humildade levou-o a pedir um favor. Sua maneira de ser, suas atitudes, eram
como os de um verdadeiro cristão.
Eu, cristã e
"oficialmente" seguidora de Jesus: vivo a minha chamada com humildade
servindo aos meus irmãos? Eu tenho suficiente confiança nele, apesar das
dificuldades, dúvidas, buracos, porque eu sinto a sua força, o seu apoio? Eu
sou fiel ao seu chamado?
Há pessoas
que fazemo-nos um projeto de vida onde
nós refletir: como queremos viver a cada dia, o que é o nosso principal desejo,
o nosso objetivo; e onde, quando e como podemos fazê-lo. É uma forma de sermos
mais conscientes da vida, não desperdiçá-la, vivê-la com autenticidade,
conscientemente. Meu principal objetivo ou título do projeto -se queremos chama-lo
desse jeito- é "Eu ser uma fiel Filha da Cruz".
Com a graça
do Senhor, que eu e nós todos vivamos a sua chamada como o centurião, com
humildade, confiança e fidelidade.
CALENDÁRIO DO MÊS DE JULHO
Aqui eu apresento o calendário do
mês de julho,
Este mês vamos
começar o Capítulo Geral, as Filhas da Cruz.
Que o Espírito Santo
nos ajude a Avançar mar adentro e, assim, responder ao que o Senhor quer de
todos nós, da Família Filhas da Cruz.
Simão respondeu-lhe: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada apanhamos; mas por causa de tua palavra, lançarei a rede.” Lc 5, 5
sábado, 25 de junio de 2016
SERMOS PROFETAS
Nestes
dias, há uma palavra que está continuamente no meu pensamento: PROFETA.
Várias
vezes, em pequenos comentários e reflexões, eles dizem que temos de ser
profetas. É verdade, mas: o que é ser um profeta? O que implica este
compromisso?
Coincidindo
com a leitura do livro: Introdução ao Novo Testamento escrito por José Luis
Sicre, há alguns capítulos que escreve dos profetas. Uma das coisas que me
impressiona é que ele não sabe como defini-los porque não há nenhum modelo de
profeta "fixo". Como ele diz:
Curiosamente, não é fácil de definir ou
descrever o que é um profeta. E a dificuldade vem das mesmas tradições bíblicas
e dados que fornecem os livros proféticos. Porque revelam que o personagem não
é cortado do mesmo padrão, idênticos em todos os aspectos da sua personalidade,
seu negócio ou sua mensagem.
Em outra
parte está escrito que dependem: do tempo dedicado à vida profética, da maneira
em que eles entraram em contato com Deus, do jeito de transmitirem a mensagem e
o papel que desempenham na sociedade.
É verdade
que há profetas que não estiveram muito tempo nesse papel e outros estiveram toda
uma vida. Aqui eu posso ser tentado a dizer que vou ser um profeta os últimos
anos da minha vida, mas quando serão os últimos anos? Eu sei quando vou morrer?
Não sei. Então, eu não sei quando começar.
O contato
que tiveram com Deus é muito pessoal, muito diferente em cada um deles, o mesmo
que é também o meu muito pessoal.
Da forma de
transmitirem a mensagem, eu não sei o que dizer. Apesar de ter criado este
simples Blogger, eu não sou uma pessoa que expresso facilmente. Eu escrevi isso
na minha pequena apresentação da página. Além disso, não é o mesmo escrever
sozinha, com tempo, para ser capaz de voltar a ler e corrigir, que ter que me
expressar na frente das pessoas, tanto quanto eu teria preparado. Eu não sou
normalmente uma pessoa de muitas palavras. Meu linguagem é mais com gestos
então, porque alho que é o melhor jeito de me relacionar com doentes ou pessoas
que precisam de ser ouvida pela situação que estão vivendo.
O meu
papel, em poucas palavras, é transmitir amor, especialmente ao necessitado, ao
crucificado de hoje. Mas eu não reclamo a justiça das pessoas com as que eu
tenho relação e carecem dela. Eu me sinto frágil, impotente, e só vejo a força
em uma associação ou organização que a tenha. Sim que apoio às campanhas para a
vida, para a justiça.
Vem à minha
mente Pedro Casaldáliga, o Santo Oscar Romero. Eu não sou nada, em com-paração com
eles. Na Bí-blia existem profetas ma-iores e menores, mas eu não me sinto nem
menor. Embora, os profetas mesmos se sentem pro-fetas? Não sei.
Com tantas
questões e preocupações não respondidas, a única resposta e compromisso que eu
me sinto capaz é apoiar as pessoas que lutam para que a justiça seja feita e
continuar amando de uma maneira especial para os menos favorecidos, para os pobres,
para os marginalizados. Pode que seja este o caminho de começar a ser profeta
menor hoje. E segundo se vaja passando o tempo e eu vaja amadurecendo, talvez
veja outra maneira de ser um profeta.
Por agora
continua sendo uma questão e preocupação sem uma resposta muito específica.
miércoles, 1 de junio de 2016
CHAMADO AO SERVIÇO COM ALEGRIA
Depois de ter lido eu o texto de Lucas 1, 39-56,
imagino Maria muito feliz pela experiência vivida e renovada a cada dia. Ela
foi chamada pelo Senhor para uma missão específica; ela sentiu que era chamada.
Desde o seu espírito de serviço -que também é uma resposta ao chamado de Deu-
Maria sentiu que deve visitar sua prima e ajudá-la neste momento de sua
gravidez, com as suas consequências físicas.
Sua alegria, paz, entusiasmo, serviço, vemos e
sentimos quando lemos e meditamos sobre o texto. Então Isabel, quando a viu,
sentiu o chamado de Maria.
Este fato me faz lembrar de certas pessoas,
entusiasmadas, seguindo Jesus, com simplicidade e serviço. Quando eu escutar as
conversas delas, como partilham a sua experiência de fé, as palavras não
teóricas, mas sim os sentimentos expressos a partir de suas experiências...
isso me confirmar que Jesus está em suas "entranhas".
Entranhas, com a intensidade dessa palavra, que está
várias vezes na Bíblia:
- “Eu ainda estava no seno materno, e Javé me chamou; eu ainda estava nas entranhas da minha mãe, e ele pronunciou o meu nome.” (Is 49,1
- “Por isso, minhas entranhas se comovem, e eu cedo à compaixão -oráculo de Javé-.” (Jr 31,20)
- “Como escolhido de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, bondade, humildade, mansidão, paciência. Suportem-se uns aos outros e se perdoem mutuamente, sempre que tivessem queixa contra alguém.” (Col 3, 12-13)
Dou graças ao Senhor pela oportunidade que me foi dada
de conhecer essas pessoas que podem dar o exemplo e transmitir com intensidade
a vida de Jesus.
E isso me questiona e me faz uma pergunta:
Eu também, desde minhas entranhas, vivo e transmito a
misericórdia, bondade, humildade... o amor às pessoas que moram no meu entorno,
a meu próximo? (Lucas 10, 25-37)
Eu acho que devo fazer-me esta pergunta a cada dia.
CALENDÁRIO DO MÊS DE JUNHO
No dia 6
nos lembramos do martírio da Irmã Maria Laura, em Chiavenna (Itália).
Em seus
escritos, temos a seguinte frase:
Nosso Deus,
que ainda hoje se atualiza em nós seu mistério de Amor, nos faz capazes de
realizar gestos concretos de contemplação e de amor.
sábado, 7 de mayo de 2016
MAURO RUIZ:O FATO DE ESCUTAR E VALORIZAR AS PESSOAS
Tenho a
sorte de conhecer um pouco Mauro Ruiz e acho que é importante compartilhar o
seu trabalho, o que pode parecer pequeno mas, para mim, é importante.
Ele tem
oficialmente Diplomatura de Arte em Grande Escala.
Mauro
começou a pintar murais na rua e agora dá classe de pintura a pessoas com
alguma deficiência.
Embora ele não
tenha um título especial para dar classes para essas pessoas -realmente não sei
mesmo se ele existe- é algo que ele gosta e faz isso com carinho. Ele gosta da
simplicidade dessas pessoas. Ele também alha importante ouvi-los e
valorizá-los.
Algumas
pessoas que anteriormente não se sentiram com capacidade para pintarem, agora fazem
considerando o material que é mais adequado para realizarem. Por exemplo: o
óleo é muito frágil para pintar e pode quebrar-se com muita facilidade, para
aqueles que têm as mãos do problema por várias razões, por vezes, têm
dificuldade em controlarem a força. Então, em uma das placas de madeira que têm
certa espessura para ser mais resistente, e depois de que foi preparada, foi um
material que usaram para fazerem desenhos, cada um com um que era significativo,
onde se desenvolveram algumas capacidades e fizeram algo que, para muitos deles
era impensável.
O fato de
escutar, com essa motivação para essas atividades e responsabilidades que dá a
cada um deles, tem feito uma bela relação entre Mauro e seus meninos e meninas
da classe.
Outro
detalhe que eu acho que é importante é tudo o que passo que ele fez para conseguir
fazer uma exposição dos trabalhos realizados em um lugar. E as fotos que eu
compartilho são do Centro Cultural, onde foram expostos.
Perante
isto, só posso dizer uma coisa:
Obrigado,
Mauro, pelo seu trabalho importante. Siga você ensinando à gente a valorizar a
estas pessoas, que também são parte da
nossa sociedade, eles também são um de nós.
domingo, 1 de mayo de 2016
MÊS DE MAIO
Aqui eu
publico o calendário de maio.
Também eu
partilho uma parte de uma carta que foi escrita por nosso Fundador Santo André
Hubert a uma Filha da Cruz:
"Deus
lhe ama... Vá a Deus com simplicidade e confiança".
Isso é o que
eu sinto e eu quero fazer e desejo que vocês também.
sábado, 26 de marzo de 2016
DOMINGO DE RESSURREIÇÃO
A missão primeira da comunidade é falar pela sua
própria existência, da presença de Jesus Cristo. (E.V. 62)
Jesus
vive no meio de nós. Nossa vida deve ser testemunho de sua presença, o
testemunho de Jesus é com a gente.
viernes, 25 de marzo de 2016
SÁBADO SANTO
Mãe de coração traspassado, de
pé, junto à cruz, ela viveu o seu sim até o fim, no seu humilde lugar, numa fé
sem esmorecimento. (E.V. 5)
Maria e muitas "Marias", como ha, firmes na sua fé, apesar dos
momentos de dor e sofrimento que elas têm na vida. Que nós, mulheres e homens, sejamos
uma delas, sejamos firmes na nossa fé.
SEXTA-FEIRA SANTA
Enviado para anunciar a Boa Nova aos pobres, aproximou-se deles. Amou-os,
os restabeleceu na sua dignidade de homens e de filhos de Deus.
Na sua Paixão e na Cruz, Jesus é o POBRE que padece todas as nossas
pobrezas humanas. (E.V. 30)
Hoje ainda temos muitas pessoas crucificadas, aos que temos que dar sua dignidade de homens e de filhos de Deus.
jueves, 24 de marzo de 2016
A EUCARISTIA
Hoje é
Quinta-feira Santa, dia da Eucaristia. E na espiritualidade da minha
congregação temos um importante artigo, que eu intento viver a cada dia, mas
hoje de uma maneira especial e eu quero compartilhar:
A
Eucaristia, dom de um amor sem limites, torna presente Cristo ressuscitado. Como
para os nossos Fundadores, ela é o centro de nossa jornada. Pela participação no
sacrifício de Cristo, pela comunhão do seu Corpo e pela adoração eucarística
nossa vida toma uma dimensão eclesial e universal de ação de graças e de intercessão.
(E.V. 13)
Sejamos
conscientes do que celebramos, tanto no ponto de vista espiritual, quanto no compromisso
social que nos leva, “dom de um amor sem limites”.
domingo, 6 de marzo de 2016
ACOLHER, ESCUTAR, ACOMPANHAR
Ouvi uma palestra
de José Antonio Pagola, do conhecimento de Jesus com a paixão e a simplicidade
com que ele sempre fala, e eu fiquei com duas frases, do que ele disse:
Então, querendo
fazer isto na minha vida, me veio à mente um bairro pobre, fabela ou outro nome
possível, mas que determina como é o lugar.
Pobreza,
drogas, álcool, marginalização... são algumas
das suas características.
Simplesmente
por ter nascido lá, as pessoas olham para você com desconfiança.
Muitas
vezes, vem à minha mente um menino de treze anos, nascido em um desses lugares.
Em um pequeno lanche que organizamos para meninos e adolescentes, me fez uma pergunta:
quando eu estiver na cadeia você vai me ver?
Eu respondi:
Sim, apesar eu não desejo. Eu prefiro vê-lo aqui, como eu estou fazendo agora.
Parece que
por ter nascido lá, você terá que chegar a esse destino indesejado.
Acolhermos
estas pessoas, que são tão humanas quanto eu sou, como cada um daqueles que nos
qualificamos "bons". Escutarmos sua situação, deixarmos que se desafoguem,
ajudarmos que eles sintam que são queridos, que estamos preocupados por eles,
por sua situação. Não escutarmos apenas uma vez e esquecermos, mas continuarmos
a acompanhar a sua situação, compartilhando quanto for possível e apropriado,
que às vezes é apenas o tempo, que nós não perdemos -embora pareça- mas darmos
desinteressadamente.
Este é o
caminho concreto para colaborar com Jesus na tomada de uma vida mais humana.
domingo, 7 de febrero de 2016
FAZ-TE AO LARGO
"Faz-te
ao largo"
Isso não é qualquer
coisa. Fazer-me, avançar ao largo requer esforço físico e mental; exige força e
coragem. O mar não está sempre calmo. Nem sempre se vê o destino onde você vai chegar.
Você sabe que é por lá, mas você não vê a costa, porque é muito longe.
Jesus
convida-me a remar ao largo do mar com todas as suas consequências: momentos de
cansaço e desânimo. Ele me diz que eu reme, apesar de não olhar com meus olhos
o destino, o fim, mas eu sei que é por lá, esse é o caminho. Sou consciente dos
riscos. O mar às vezes fica com raiva, o ambiente onde eu vivo ou eu mesma revelo-me
dentro de mim, fico com raiva, me desanimo, fico paralisada pelo medo.
Mas Jesus
diz: "Não tenha medo" Sua presença me acalma e me incentiva para
seguir o caminho iniciado por ele e com ele.
E aqui,
Senhor, que devo dizer? Que devo fazer?
Eu abandono
as redes, deixo tudo para seguir você, mas não sozinha, senão também com Tiago
e João, com Blanca, com Ana, com Hélène... e com toda pessoa que queira remar,
que queira seguir o seu caminho.
miércoles, 3 de febrero de 2016
lunes, 25 de enero de 2016
O ESPIRITO DO SENHOR ESTÁ SOBRE MIM
O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me
ungiu; e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para sarar os contritos
de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da
vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do
Senhor. (Lc 4,18-19)
Ao ler este
texto eu me questiono e é que, como uma seguidora de Jesus, como uma pessoa
"ungida", batizada, eu também devo levar a boa nova aos pobres, devo
proclamar a libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, devo lutar
pela liberdade dos oprimidos e proclamar um ano da graça do Senhor.
No
primeiro, eu encontro muitos compromissos e alguns complicados ou difíceis de
realizar, embora seja verdade que existem diferentes maneiras de fazer isso.
Mas é verdade que eu não sei como fazê-lo... não sei, eu acho que deixo muitas
coisas no ar.
Eu também
sei que eu posso fazer alguma coisa. Levar a Boa Notícia para os pobres, de
modo simples, estando com eles transmitindo o amor do Senhor e falando de
Jesus, quando veja que é possível, é a maneira de fazê-lo. E pobres, apesar de
que não deveria acontecer, há em todos os países. Tudo o que precisamos é que
nós queremos vê-los com os nossos olhos, mas através dos olhos de Jesus.
O fato de
anunciar a libertação, darmos liberdade aos oprimidos. Que bem soa, mas às
vezes é difícil vê-lo, quando todas as notícias forem da guerra, da violência, da
crise econômica... Onde está a liberação? Certamente há também algumas boas
notícias, mas para a mídia não é notícia. Posso anunciar alguma boa notícia, para
dar sinais de esperança? Posso tratar as pessoas com dignidade para se sentirem
amadas e apoiadas e, juntos, lutar pelos direitos, pela justiça? Posso acolher meninos
em alguma capela, para brincar com eles, transmitir amor e ajudar e motivá-los
em seus estudos, para trabalhar com uma formação adequada, ganhada por seu
próprio esforço?
E o faro de
dar a vista aos cegos... depende que pessoa cega. Aos cegos sensoriais que por
doenças ou acidentes que estão ausentes desse sentido, não posso fazer nada.
Mas aqueles que são "cegos", porque eles não querem ver a realidade, a
estes posso questioná-los e testemunhar a realidade sobre a qual eles querem se
esconder. Ao cego pobre eu posso fazer que ele sinta amor e sinais de
esperança. O cego que não conhece -ou melhor dito, que não quer conhecer- a pobreza
e a humilhação das outras pessoas-, eu posso comunicar, transmitir, ensinar a outra
realidade, mesmo que pareça um esforço inútil. Mas, pelo menos, que não seja
por não ter do intentado. De todo jeito, a esperança eu não posso perder; nós
sempre dizemos que "a esperança é a última coisa que morre".
E você
consegue ver alguma outra maneira de fazer este compromisso que temos como
seguidores de Jesus, como cristãos?
viernes, 1 de enero de 2016
INÍCIO DO ANO
No ano que
hoje começa, eu como Filha da Cruz que sou, quero FAZER-ME AO LARGO.
Meu desejo
é que o Senhor nos ensine a ir para o largo do mar, apesar das dificuldades que
às vezes temos na vida.
Que Ele nos
ajude a fazer senso de direção, para saber que, apesar de saber que é ao largo,
saibamos se é de um jeito ou outro, e
podamos fazê-lo da maneira certa e na hora certa.
Com alegria
e esperança, eu convido as pessoas que quiser fazer ao largo e compartilho cada
mês este calendário simples.
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